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The Witcher 3 Remastered no PC, requisitos atualizados: GTX 1660 a RTX 5080

Pedro Silva Pedro Silva Editor de Games Publicado em 29/09/2026 8 min de leitura

The Witcher 3 Remastered elevou os requisitos no PC, do mínimo com GTX 1660 até Path Tracing 4K exigindo RTX 5080.

O clássico de Geralt voltou repaginado, e a conta para rodar tudo isso no PC cresceu muito. Sou Pedro Silva, analista de TI e gamer desde os 14 anos, e neste texto eu destrincho o que mudou, o que realmente pesa e como preparar o seu PC.

Nostalgia à parte, a nova versão Remastered traz tecnologias modernas que transformam visualmente o jogo, mas também ampliam muito a demanda por hardware.

Dados oficiais sobre requisitos e orientações de suporte foram divulgados pela desenvolvedora, portanto o leitor deve considerar as recomendações como referência para montar ou atualizar máquinas de jogo, conforme informação divulgada pela CD Projekt RED.

Por que os requisitos subiram tanto

A resposta é técnica e prática ao mesmo tempo, porque o Remastered acrescenta camadas gráficas que antes não existiam, e isso se reflete em consumo de GPU, CPU e memória.

Melhorias visuais e o custo delas

A versão Remastered adicionou recursos como Path Tracing, sombras e reflexos com Ray Tracing, texturas mais detalhadas e vegetação revisada.

Essas melhorias aumentam a qualidade visual de forma perceptível, mas também multiplicam a carga de trabalho do hardware.

Além das texturas e modelos mais complexos, há também melhorias no pipeline de iluminação e no HDR, que exigem maior precisão de cálculo por parte da GPU e da CPU.

O resultado prático é que um jogo que, originalmente, rodava bem em placas intermediárias de 2015, agora exige GPUs e memórias consideravelmente mais potentes para manter taxas de frames estáveis com presets altos.

Ray Tracing, Path Tracing e o salto de desempenho

Ray Tracing adiciona sombras e reflexos mais realistas, já o Path Tracing vai além, tratando luz e reflexo de forma global, o que consome muito mais processamento. Esses recursos transformam visuais, mas têm impacto direto no FPS.

Para aliviar o custo, a CD Projekt RED e fornecedores como NVIDIA, AMD e Intel indicam o uso combinado de tecnologias de reconstrução de imagem, como DLSS, FSR e XeSS, além de Frame Generation, para buscar metas ambiciosas de desempenho.

Isso significa que, mesmo com GPUs topo de linha, alcançar 60 FPS em 4K com Path Tracing completo depende fortemente de upscalers e geração de frames, não apenas da força bruta do chip.

Suporte de drivers e hardware oficialmente aceito

A CD Projekt RED ajustou a lista de hardware mínimo para incluir placas que ainda recebem suporte oficial dos fabricantes, por isso a GTX 1660 aparece como base, enquanto gerações anteriores deixam de ser referência.

Essa escolha também facilita testes de compatibilidade e garante que os jogadores tenham suporte de drivers atualizados, o que influencia estabilidade e desempenho ao longo do tempo.

Em resumo, a soma de novos efeitos, iluminação mais realista e a dependência de tecnologias de upscaling explicam a elevação dos requisitos.

Requisitos no detalhe, do mínimo ao Path Tracing 4K

A tabela oficial agora traz seis níveis de configuração, desde 1080p em qualidade baixa até Path Tracing em 4K, com diferenças enormes entre extremos.

Requisitos mínimos para 1080p

Para rodar em 1080p, qualidade baixa e cerca de 30 FPS, a CD Projekt RED indica sistema com Windows 11 64 bits, processador como Intel Core i5-8400 ou AMD Ryzen 5 2600, e 12 GB de RAM.

No quesito GPU, o mínimo listado é a NVIDIA GeForce GTX 1660, ou alternativas como AMD Radeon RX 5500 XT 8 GB e Intel Arc A580, com cerca de 6 GB de VRAM. O jogo exige pelo menos 60 GB em SSD e DirectX 12.

Vale notar que a escolha da GTX 1660 como ponto de entrada reflete a priorização por hardware que ainda tem suporte de driver dos fabricantes.

Recomendado e Ultra

Para 1080p em qualidade alta a 60 FPS, a recomendação sobe para CPUs como Intel Core i7-8700K ou AMD Ryzen 5 3600X, 16 GB de RAM e GPUs como RTX 2060 Super, RX 6600 XT ou Intel Arc B580, com 8 GB de VRAM.

Subir para 1440p em preset Ultra e 60 FPS eleva os requisitos novamente, com CPUs como i7-13700K ou Ryzen 7 7700X, 24 GB de RAM e GPUs como RTX 3070 Ti ou RX 6800 XT, e 12 GB de VRAM.

A exigência de 24 GB de RAM em perfis Ultra mostra o quanto a Remasterização expandiu o consumo de memória do jogo, um ponto importante para quem está montando ou atualizando PCs para jogar no máximo.

Ray Tracing e Path Tracing, o topo da demanda

Ativar Ray Tracing já representa um salto: para 1080p com RT a 30 FPS, a CD Projekt RED indica processadores como i7-11700K ou Ryzen 7 5800X, 16 GB de RAM e GPUs como RTX 2060 Super ou equivalentes.

Para Ray Tracing em 1440p com RT Ultra a 60 FPS, a recomendação aponta para CPUs como i7-13700K ou Ryzen 7 7700X, 24 GB de RAM e placas como RTX 4080 ou RX 9070 XT, com 12 GB de VRAM.

O extremo fica com Path Tracing em 4K, onde a CD Projekt RED lista Intel Core i9-13900K ou AMD Ryzen 7 9800X3D, 24 GB de RAM e uma NVIDIA GeForce RTX 5080 com 16 GB de VRAM, e deixa claro que testes foram feitos com upscaling e Frame Generation ativados.

O que muda para jogadores e recomendações práticas

Além de listar requisitos, é preciso entender o que isso significa para diferentes públicos, seja quem tem um PC antigo, seja quem monta uma máquina nova ou quer jogar com tudo ligado.

Windows, SSD e suporte

A CD Projekt RED passou a recomendar oficialmente o Windows 11, e deixou de oferecer suporte formal ao Windows 10 para as versões atuais do jogo.

Isso não impede que o jogo abra em Windows 10, mas a desenvolvedora não garante compatibilidade em atualizações futuras.

Outra mudança definitiva é a exigência de SSD. A versão atual requer pelo menos 60 GB em SSD para garantir carregamentos mais rápidos, streaming de cenário e estabilidade na exploração do mundo aberto.

Portanto, atualizar para SSD e preferir o Windows 11 são passos recomendados para quem quer evitar dores de cabeça com estabilidade e desempenho.

Ajustes, upscalers e como extrair mais FPS

Mesmo com hardware potente, muitas vezes será necessário ajustar presets e usar tecnologias como DLSS, FSR ou XeSS para manter taxas de quadros desejadas, especialmente com Ray Tracing pesado ou Path Tracing.

Frame Generation também foi utilizada nos testes da desenvolvedora, e tende a ser parte essencial para alcançar 60 FPS em 4K com Path Tracing, portanto a combinação de upscaling e geração de frames é quase mandatória em cenários extremos.

Se o seu objetivo é brincar com presets máximos, prepare-se para testar combinações de qualidade gráfica, resolução e tecnologias de reconstrução para encontrar o melhor equilíbrio entre imagem e FPS.

Quem deve ativar Path Tracing, e quando vale a pena

Path Tracing entrega qualidade visual superior em iluminação e reflexos, mas o custo em desempenho é muito alto. Ative se o seu foco for imagem e você tiver hardware topo de linha, e estiver disposto a usar upscalers.

Para a maioria dos jogadores, ajustar Ray Tracing para níveis moderados, e confiar em DLSS ou FSR, entrega uma experiência visual excelente com melhor fluidez do que forçar Path Tracing em 4K.

Em resumo, Path Tracing é uma opção para entusiastas com GPUs e CPUs de ponta, e para quem valoriza imagem acima de FPS, enquanto jogadores que priorizam fluidez podem obter resultados ótimos com RT + upscaling.

Nossas considerações

O Remastered transforma The Witcher 3 em uma vitrine técnica para hardware moderno, mas também deixa claro que a experiência máxima hoje exige investimentos significativos, tanto em GPU quanto em memória e armazenamento.

Se você é fã de carteirinha e quer o visual mais impressionante, a lista oficial vai orientar suas escolhas, lembrando que tecnologias como DLSS e Frame Generation são parte do pacote para atingir metas ambiciosas de performance.

Para quem tem PCs intermediários, a boa notícia é que a versão clássica continua disponível como alternativa, e que presets equilibrados com upscaling oferecem ótima relação entre qualidade e desempenho.

Como analista de TI e jogador, recomendo planejar atualizações priorizando SSD, memória e uma GPU compatível com tecnologias de reconstrução de imagem, assim você garante longevidade e melhor experiência sem depender exclusivamente da força bruta.

Pedro Silva
Editor de Games

Pedro Silva

Pedro Silva é Gamer desde os 14 anos e Analista de TI por profissão. Especializado em tendências do mercado de jogos, acompanha o universo de consoles, Roblox, jogos indie e entretenimento digital, produzindo análises, guias e conteúdos sobre lançamentos, promoções e acessórios gamers. Seu objetivo é ajudar a comunidade a descobrir novidades, entender o cenário da indústria e aproveitar melhor o universo dos videogames.