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Eu sempre gostei muito de livros. SEMPRE.

Enchia tanto o saco da minha mãe, que ELA MESMA me ensinou a ler, após ter contado a mesma história para mim 27 vezes em um período de três horas (Sim, quando eu estava na alfabetização, eu já sabia ler. Enjoy ur bombei na segunda série).

Infelizmente, não tenho mais tanto tempo para ler quanto tinha antigamente (chegava do colégio 12:00, almoçava e ia correndo na mochila pegar algum livro, que só iria ser fechado quando meu pai começasse a gritar, após me mandar dormir 8 vezes).

Então,  ontem,  estava eu fazendo meu terceiro hobby favorito (ser um rato de biblioteca), quando, repentinamente, isto salta perante meus olhos:

 

Arrepiei quando vi o titulo. Reencontrei um dos meu livros favoritos EVER, e lembrei que eu nunca tinha acabado de lê-lo. Peguei o livro Solid Snakemente, registrei-o no guiche, e corri mais rápido que Usain Bolt fungindo de zumbis (de L4D, não de RE 3), para chegar em casa e começar a ler logo. Mas, bom, acho que já falei demais né? Aqui vai o comecinho do livro pra vocês conhecerem mais (todas as sinopses que eu vi continham spoilers) :

Esta inscrição encontrava-se na porta envidraçada de uma pequena loja, mas, naturalmente, só tinha este aspecto quando, do interior sombrio da loja, se olhava para a rua através da vidraça. Lá fora, era uma manhã cinzenta e fria de novembro, e chovia a cântaros. As gotas escorriam pela vidraça e por cima das letras floreadas. Tudo o que se via através da vidraça era uma parede manchada pela chuva do outro lado da rua.

De repente, a porta se abriu com tanta força que os sininhos de latão, que pendiam sobre ela, começaram a tilintar e só pararam depois de alguns instantes. O causador deste tumulto era um garoto baixo, gordo, de uns dez ou onze anos. O cabelo castanho-escuro, molhado, caía-lhe sobre o rosto; tinha o casaco encharcado de chuva e trazia a tiracolo uma pasta escolar presa por uma correia. Estava um pouco pálido e ofegante, mas apesar de há pouco parecer ter muita pressa, continuava parado diante da porta aberta, como se estivesse pregado no chão.

À sua frente estendia-se um compartimento comprido e estreito cujos fundos se perdiam na escuridão. Nas paredes havia estantes que iam do chão ao teto, abarrotadas de livros de todos os tamanhos e formas. No chão, empilhavam-se montes de grandes manuscritos, e em algumas mesinhas, havia também montes de livros menores, encadernados em couro, com capas enfeitadas a ouro. Por trás de uma parede de livros da altura de um homem, colocada ao fundo do compartimento, brilhava a luz de um candeeiro. Desse local iluminado, erguia-se de vez em quando uma argola de fumo, que ia aumentando de tamanho para depois desaparecer lá em cima, na escuridão.

Pareciam sinais de fumaça usados pelos índios para enviarem mensagens de colina em colina. Era óbvio que havia alguém ali e, com efeito, o rapaz ouviu uma voz bastante rude, que por detrás da parede de livros dizia: — Ou entre, ou saia, mas feche a porta. Está ventando.

O rapaz obedeceu e fechou a porta de mansinho. Depois, aproximou-se da parede de livros e espreitou cautelosamente para o outro lado. Um homem atarracado estava sentado por detrás dos livros, numa poltrona de orelhas, de couro muito gasto. Vestia um terno escuro, amarrotado, que parecia muito usado e como que empoeirado. Tinha a barriga apertada em um colete estampado. O homem era calvo, mas por cima das orelhas havia dois tufos de cabelos brancos espetados. O rosto era vermelho e lembrava a cara de um buldogue feroz. O nariz bulboso sustentava um par de óculos pequenos, dourados. Além disso, fumava um cachimbo curvo que lhe pendia dos lábios, obrigando-o a torcer a boca. Segurava sobre os joelhos um livro que devia estar lendo, pois fechara-o, deixando o grosso indicador da mão esquerda entre as páginas — como um marcador, por assim dizer.

O homem tirou os óculos com a mão direita, examinou o rapaz pequeno e gordo que se mantinha de pé à sua frente com o casaco encharcado, e, fechando um pouco os olhos, o que lhe acentuou o ar de ferocidade, limitou-se a murmurar:

— Minha nossa!

Depois, abriu novamente o livro e recomeçou a ler.

O rapaz não sabia muito bem o que fazer, por isso deixou-se ficar simplesmente ali, fitando o homem com os olhos muito abertos. Finalmente, o velho fechou novamente o livro, deixando o dedo entre as páginas, e resmungou:

— Preste atenção, menino! Eu não gosto de crianças. Sei que está na moda fazer um grande alarido quando se trata de vocês. . . Mas comigo não! Não gosto nada, nada de crianças. Para mim, não passam de uns patetas choramingas, de uns desajeitados que estragam tudo, sujam os livros de geléia, rasgam as páginas, e não querem nem saber dos problemas e preocupações que os adultos possam ter. Digo isto para que você não se iluda. Além do mais, não tenho livros para crianças e nem venderei outros livros a você. Espero ter sido claro!

Disse tudo isto sem tirar o cachimbo da boca. No fim, tornou a abrir o livro e recomeçou a leitura. O rapaz assentiu em silêncio e fez menção de se retirar; de alguma forma, porém, pareceu-lhe que não poderia aceitar aquele sermão sem protestar e, por isso, voltou-se uma vez mais e disse baixinho:

— Nem todos são assim.

O homem ergueu lentamente os olhos do livro e voltou a tirar os óculos.

— Você ainda está aí? Diga-me uma coisa: o que é preciso fazer para eu me ver livre de você? O que você tinha de tão importante para dizer?

— Não era importante, respondeu o rapaz ainda mais baixinho. Eu só queria dizer que nem todas as crianças são assim como o senhor disse.

— Então é isso! O homem levantou as sobrancelhas com ar de espanto. E certamente você é a grande exceção, não é?

O rapazinho gordo não soube o que responder. Encolheu ligeiramente os ombros e voltou-se para ir-se embora.

— Bela educação!, ouviu a voz resmungona dizer atrás de si. Isto você não deve ter muita; senão, pelo menos tinha-se apresentado.

— Meu nome é Bastian, disse o rapaz. Bastian Baltazar Bux.

— Mas que nome curioso!, resmungou o homem. Com esses três bês. Mas você não tem culpa de ter esse nome; não foi você que o escolheu. Eu me chamo Karl Konrad Koreander.

— Três ks, disse o rapaz com um ar sério.

— Hum!… resmungou o velho. Correto!

Deu umas baforadas no cachimbo.

— Mas pouco interessa como nos chamamos, porque não vamos voltar a nos ver. Agora eu gostaria de saber uma coisa. Por que é que você entrou com tanta pressa em minha loja? Parecia que você estava fugindo de alguma coisa. Estava?

Bastian acenou que sim com a cabeça. Seu rosto redondo empalideceu, os olhos abriram-se ainda mais.

— Provavelmente assaltou a caixa de uma loja, supôs o senhor Koreander, ou bateu em uma velhinha ou fez qualquer coisa dessas que vocês costumam fazer. A polícia está atrás de você, rapaz?

Bastian sacudiu a cabeça.

— Vamos, responda, disse o Sr. Koreander. De quem você está fugindo?

— Dos outros.

— Que outros?

— Dos rapazes da minha classe.

— Por quê?

— Porque nunca me deixam em paz.

— O que eles fazem?

— Ficam me esperando na saída da escola.

— E depois?

— Ficam me xingando, me empurram e riem de mim.

— E você não faz nada?

O Sr. Koreander fitou o rapaz por algum tempo com ar reprovador, e depois perguntou:

— E por que você não lhes dá um murro no nariz? Bastian olhou para ele com os olhos arregalados.

— Não gosto de bater. E, além disso, não sou muito bom no boxe.

— E brigar, você também não sabe? perguntou o Sr. Koreander. Você sabe correr, nadar, jogar bola, fazer ginástica? Ou não  sabe fazer nada disso?

O rapaz fez que não com a cabeça.

— Em outras palavras, você é um molengão, não é verdade? disse o Sr. Koreander.

Bastian encolheu os ombros.

— Mas falar você sabe, disse o Sr. Koreander. Por que não respondequando eles zombam de você?

— Já fiz isso uma vez. . .

— E o que aconteceu?

— Eles me colocaram numa lata de lixo e amarraram a tampa. Fiquei chamando umas duas horas até que alguém me ouviu.

— Hum, resmungou o Sr. Koreander, e agora você não se atreve a fazer outra vez a mesma coisa.

Bastian fez que sim com a cabeça.

— Tudo isso quer dizer, concluiu o Sr. Koreander, que você é um medroso.

Bastian baixou a cabeça.

— Mas aposto que você é um bom aluno, não é? O melhor da classe, que só tira dez, o preferido dos professores, ou não?

— Não, disse Bastian, mantendo os olhos baixos. No ano passado eu repeti.

—Pelo amor de Deus! exclamou o Sr. Koreander. Então você é um fracasso total.

Bastian não disse nada. Deixou-se simplesmente ficar onde estava, os braços caídos, o casaco pingando.

— O que é que eles dizem quando zombam de você?, quis saber o Sr. Koreander.

— Não sei. . . Tudo o que lhes vem à cabeça.

— Por exemplo?

— Gordo, Gordão! Parece um balão! Quando sobe na árvore se esborracha no chão!

— Esta não tem muita graça, disse o Sr. Koreander. E que dizem mais?

Bastian hesitou antes de responder:

— Maluco, cabeça de vento, mentiroso, convencido. . .

— Maluco? Por quê?

— Sabe, às vezes eu falo sozinho.

— E o que é que você fica falando?

— Imagino histórias, invento nomes e palavras que ainda não existem e outras coisas assim.

— E você conta essas coisas para você mesmo? Por quê?

— Porque não interessam a mais ninguém.

O Sr. Koreander calou-se durante algum tempo, pensativo.

— E os seus pais, que dizem disso tudo?

Bastian não respondeu logo. Depois de algum tempo, murmurou:

— O meu pai não diz nada. Nunca diz nada. Não quer saber de nada.

— E a sua mãe?

— Já não está conosco.

— Os seus pais são separados?

— Não, disse Bastian. A minha mãe morreu.

Nesse momento tocou o telefone. O Sr. Koreander levantou-se com alguma dificuldade da sua poltrona e, arrastando os pés, dirigiu-se para um pequeno gabinete que ficava nos fundos da loja. Tirou o fone do gancho e Bastian, com um pouco de esforço, ouviu-o dizer o nome. Mas, depois, o Sr. Koreander fechou a porta do gabinete e não se ouviu mais nada, além de um murmúrio abafado.

Bastian deixou-se ficar onde estava, sem saber como aquilo tudo tinha acontecido e porque ele havia dito e confessado tudo aquilo. Detestava que lhe fizessem perguntas. De repente, apavorado, deu-se conta de que ia chegar atrasado à escola: sim, tinha que se apressar, correr. . . mas deixou-se ficar onde estava, indeciso. Alguma coisa o retinha, e ele não sabia ao certo o que era.

Continuava a ouvir no gabinete a voz abafada do Sr. Koreander. A conversa ao telefone não acabava mais. Bastian deu-se conta de que durante todo o tempo estivera olhando fixamente o livro que o Sr. Koreander tinha nas mãos e que se encontrava agora sobre a poltrona de couro. Era como se o livro tivesse uma espécie de magnetismo que o atraía irresistivelmente.

Aproximou-se da poltrona, estendeu a mão devagar, e tocou o livro — e no mesmo instante ouviu dentro de si um “clique”, como se tivesse sido pego em uma ratoeira. Bastian teve a estranha sensação de que aquele toque desencadeara qualquer coisa que agora devia forçosamente seguir seu curso.

Levantou o livro e olhou-o por todos os lados. A capa era de seda cor-de-cobre e brilhava quando ele mudava o livro de posição. Folheando rapidamente o volume, observou que estava impresso em duas cores diferentes. Não parecia ter gravuras, mas as letras que iniciavam os capítulos eram grandes e muito ornamentadas. Examinando melhor a capa, descobriu duas serpentes, uma clara e outra escura, que mordiam uma a cauda da outra, formando uma figura oval. Dentro dessa figura, em letras cuidadosamente traçadas, estava o título:

A História sem Fim

As paixões humanas são misteriosas, e as das crianças não o são menos que as dos adultos. As pessoas que as experimentaram não as sabem explicar, e as que nunca as viveram não as podem compreender. Há pessoas que arriscam a vida para atingir o cume de uma montanha. Ninguém é capaz de explicar por quê, nem mesmo elas. Outras arruínam-se para conquistar o coração de uma determinada pessoa que nem quer saber delas. Outras, ainda, destroem-se a si mesmas porque não são capazes de resistir aos prazeres da mesa — ou da garrafa. Outras há que arriscam tudo o que possuem num jogo de azar, ou sacrificam tudo a uma idéia fixa que nunca se pode realizar. Algumas pensam que só podem ser felizes em outro lugar que não naquele onde estão e vagueiam pelo mundo durante toda a vida. Há ainda as que não descansam enquanto não conquistam o poder. Em suma, as .paixões são tão diferentes quanto o são as pessoas.

A paixão de Bastian Baltasar Bux eram os livros.

Quem nunca passou tardes inteiras diante de um livro, com as orelhas ardendo e o cabelo caído sobre o rosto, esquecido de tudo o que o rodeia e sem se dar conta de que está com fome ou com frio. . .

Quem nunca se escondeu embaixo dos cobertores lendo um livro à luz de uma lanterna, depois de o pai ou a mãe ou qualquer outro adulto lhe ter apagado a luz, com o argumento bem-intencionado de que já é hora de ir para a cama, pois no dia seguinte é preciso levantar cedo. . .

Quem nunca chorou, às escondidas ou na frente de todo mundo, lágrimas amargas porque uma história maravilhosa chegou ao fim e é preciso dizer adeus às personagens na companhia das quais se viveram tantas aventuras, que foram amadas e admiradas, pelas quais se temeu ou ansiou, e sem cuja companhia a vida parece vazia e sem sentido. . .

Quem não conhece tudo isto por experiência própria provavelmente não poderá compreender o que Bastian fez em seguida.

Olhou fixamente o título do livro e sentiu, ao mesmo tempo, arrepios de frio e uma sensação de calor. Ali estava uma coisa com a qual ele já havia sonhado muitas vezes, que tinha desejado muitas vezes desde que dele se apoderara aquela paixão secreta: uma história que nunca acabasse! O livro dos livros! Tinha de o conseguir a qualquer custo!

A qualquer custo? Isso era muito fácil de dizer! Mesmo que o livro custasse mais do que os três marcos e cinqüenta pfennings da sua mesada, que trazia no bolso e eram todo o dinheiro que possuía… aquele antipático Sr. Koreander já lhe tinha explicado com toda a clareza que não lhe venderia nenhum livro. E com certeza também não o daria de presente. Não havia esperanças. . .

E, no entanto, Bastian sabia que não podia ir embora sem o livro. Percebia agora que tinha entrado na loja por causa daquele livro, que o livro o tinha atraído de alguma forma misteriosa, porque queria pertencer a ele.

Porque, de fato, a ele pertencera desde sempre! Bastian escutou atentamente o murmúrio que continuava a se ouvir no gabinete.

Sem se dar conta do que fazia, escondeu o livro embaixo do casaco e apertou-o contra o corpo com ambos os braços. Sem fazer barulho, recuou até à porta da loja, olhando sempre para a outra porta, a do gabinete. Ergueu o trinco com cuidado. Não queria que os sininhos de latão fizessem barulho, por isso entreabriu a porta de vidro só o necessário para poder escapulir para a rua. Fechou a porta com cuidado pelo lado de fora, sem fazer barulho.

Só então começou a correr.

Os cadernos, os livros da escola e o estojo que estavam dentro da pasta saltavam e faziam barulho ao ritmo dos seus passos. Começou a sentir uma pontada do lado, mas continuou a correr.

A chuva escorria-lhe pelo rosto e entrava-lhe para o pescoço. O frio e a

umidade passavam pelo casaco, mas Bastian nem o notava. Sentia calor, e não era só de correr. A sua consciência, que não tinha dado sinal de vida enquanto ele estava na loja, começava a despertar. Todas as justificativas que antes lhe tinham parecido tão convincentes perdiam agora o seu valor, derretiam-se como bonecos de neve ao sopro de um dragão que lança chamas pela boca.

Tinha roubado. Era um ladrão!

O que fizera era ainda pior do que um simples roubo. Sem dúvida aquele livro era único e insubstituível. Fora, certamente, o maior tesouro do Sr. Koreander. Roubar a um violinista o seu violino ou a um rei a sua coroa, era muito pior do que assaltar um banco.

Enquanto corria, mantinha o livro bem apertado contra o corpo, por baixo do casaco. Não o queria perder, apesar do muito que lhe ia custar. Era tudo o que tinha no mundo.

Pois é claro que agora não podia voltar para casa. Tentou imaginar seu pai, sentado no grande aposento em que trabalhava. À sua volta havia dezenas de moldes de gesso de dentaduras humanas, pois seu pai era dentista. Bastian nunca tinha pensado se seu pai gostava ou não do trabalho que fazia. Pela primeira vez ocorrera-lhe isto, mas nunca mais poderia perguntar aquilo a seu pai.

Se fosse agora para casa, o pai, interrompendo o trabalho, sairia da oficina com seu avental branco, provavelmente trazendo na mão uma dentadura de gesso, e perguntaria: “Já voltou?” “Já” responderia Bastian. “Você não teve aula hoje?” Era como se visse o rosto triste e calmo de seu pai; sabia que não seria capaz de lhe mentir. Mas também não podia dizer-lhe a verdade. Não, a única coisa que podia fazer era ir embora, para qualquer lado, para muito longe. Seu pai nunca deveria saber que o filho era um ladrão. E talvez nem sequer reparasse que Bastian já não estava em casa. Esse pensamento era quase consolador.

Bastian deixara de correr. Agora ia devagar e, ao final da rua, avistou aescola. Sem se dar conta, tinha tomado o caminho de costume. A rua parecia-lhe completamente vazia, apesar de haver algumas pessoas. Mas, para o aluno que chega tarde à escola, o mundo que o rodeia sempre parece morto. De qualquer modo, Bastian tinha medo da escola, cenário das suas derrotas diárias; medo dos professores, que o corrigiam amavelmente ou lhe despejavam suas iras; medo dos outros rapazes, que dele zombavam e não perdiam uma oportunidade sequer de lhe mostrar como ele era fraco e desajeitado. Não era a primeira vez que a escola lhe parecia uma prisão onde ele sofria um castigo infindável, que duraria até que ele crescesse e que tinha de suportar com muda resignação. […]

Bom galera, é isso. (Mais pra frente, o livro pega uma temática mais fantasiosa, com dragões, fogos-fátuos, duendes, etc. Só não coloquei aqui por que ficaria muito extenso.)  Todas as pessoas com quem conversei sobre o livro comentam muito sobre os filmes (que são MUITO mais populares que o livro), mas eu não assisti nenhum dos três, e, por enquanto, não tenho desejo de assistir. (Aparentemente os filmes foram tão bons que Ende, o autor do livro, processou a produção, para TIRAREM o nome dele dos créditos finais.)

Você pode fazer o download do livro, em PDF, aqui.

PS: Amanhã vai rolar um post MUITO diferente. Fiquem ligados.  (:


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Rafa Gnomo

Legend

Meu nome é Rafael Mendes, tenho 31 anos, sou jornalista por formação e fotógrafo publicitário por profissão. Desde a minha infância sou apaixonado por tecnlogia, vídeo games e livros e foram esses três hobbies que moldaram a minha personalidade. Hoje tenho uma filha de 4 anos que virou personagem importante em minha vida e no site Nerd Pride, fazendo parte de diversos conteúdos que publico na categoria "Padawan".
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