Eu particularmente adoro a franquia, sou fã dos jogos do John Kramer “Tobin Bell” gosto da ideia do renascimento, e dele ser um bom GM (game master) dando a opção da vida ou morte para seus jogadores, jogar com quem não da valor a vida (seja ela própria ou de terceiros).
Esse filme tinha tudo para ser ruim, visto que já haviam feito o “ultimo” em 2010 “Jogos Mortais – O Final” o que fica parecendo espremer uma franquia de sucesso (nem vou citar filmes que fizeram isso e fracassaram feio) bem, não foi o caso no oitavo filme da franquia. O filme começa bem, com os jogos recomeçando, o que faz a policia crer ser um copiador, visto que John Kramer esta morto a uma década já (John morre no terceiro filme da franquia) mas o intrigante, é que toda a investigação leva ao John, o que te deixa (COMO ASSIM?). O filme esta bem amarradinho, sem furos (o que fica difícil quando se tem muitos filmes) ele se conecta bem com os demais da franquia. O casting esta ótimo, mantendo rostos conhecido ao longo da saga. Fotografia como sempre impecável.
O roteiro desta vez fica mais de fora do jogo (não tão assim) montando o quebra-cabeça (olha o trocadilho) por fora, nas investigações.
Os jogos estão como sempre muito bem arquitetado, com cenas que te deixam agoniado, uma em especifico me deixou tenso (gravem) objetos cortantes e perfurocortantes caindo. Odeio a sensação de estar imóvel.
Ao desenrolar da trama, você fica confuso com o cronológico, mas tudo faz parte do show, ah senhor Jigsaw, você é mesmo bom em quebra-cabeças né! risos.
Pra você que é fã da saga, pode ir sem medo (da continuação) já dos jogos, não!
Estreia 30/11/17
I want to play a game!

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Meu nome é Thiago Barros, sou o gene dos Clone Trooper, brinco de ser fotografo de figura de ação. Publicitário por formação, a vida me fez ̶a̶r̶t̶i̶s̶t̶a̶. Em 25 de maio de 1977 meu córtex ficou em uma câmara de criogenia.